E B7 E Meu palácio tem rainha e não é uma qualquerF#m7 B7 E Arreda, homem, que aí vem mulherB#º G#7 C#m7 Verde e rosa dinastia pra honrar meus ancestraisF#m7 B7 E Aqui o samba não morrerá jamaisB7 E Meu palácio tem rainha e não é uma qualquerF#m7 B7 E Arreda, homem, que aí vem mulherB#º G#7 C#m7 Verde e rosa dinastia pra honrar meus ancestraisF#m7 B7 E Aqui o samba não morrerá jamaisEm7 B7 Em7 Xangô chama IansãD7 Gm7 B7 Em7 E7 Que a voz do amanhã já bradou no MaranhãoAm7 D7 Gm7 Tambor de mina, encantados a girarF#m7(5-) B7(9-) Fº O divino no altar, a filha de toda féAm7 B7 Em7 Sob as bênçãos de Maria, batizada NazarethG7M Bm7 Quis o destino, quando o tempo foi maestroBm7(5-) E7 Am7 E7 Soprar a vida aos pés do velho cajueiroAm7 Am7M Am Guardar no peito a saudade de mainhaAm7M Am7 D7(9) Gm7 Do reisado à ladainha, São Luis do seu terreiroF#º Em7 B7 Em7 Ê, bumba meu boi, ê, boi de tradiçãoF7 B7 Tem que respeitar MaracanãEm7 Que faz tremer o chãoAm7 D7(9) G7M Toca tambor de crioula, firma no batuquejêF#m7(5-) B7(9-) Em7 Ô pequena feita pra vencerAm7 A#º Em7/B Vem brilhar no Rio Antigo, mostra seu poder de fatoAm7 B7 Em7 Fina flor que não se cheira, não aceita desacatoE7 Am7 D7(9) G7M Toca tambor de crioula, firma no batuquejêF#m7(5-) B7(9-) Em7 Ô pequena feita pra vencerAm7 A#º Em7/B Vem brilhar no Rio Antigo, mostra seu poder de fatoAm7 D#º E Fina flor que não se cheira, não aceita desacatoE Gº E Vai provar que o samba é primo do jazzBm7(5-) E F#m7 Falar de amor como ninguém fazAm7 D7(9) G7M Nas horas incertas, curar dissaboresF#7 B7(11)/F# B7/F# Feito uma loba, impor seus valoresA7M A#º E seja o pilar da esperançaAbm7 Gº Das rosas que nascem no morro da genteF#m7 G#m7 A7M Sambando, tocando e cantandoB7 Bm7 E7 Se encontram passado, futuro e presenteA#m7(5-) MangueiraF#m7(5-) De Neuma e ZicaG#m7 Fº Dos versos de Hélio que honraram meu nomeF#m7 Levo a arte como domCº B7 Em7 Um Brasil em tom marrom que herdei de AlcioneB7 Em7 B7 Em7 Ela é Ọ̀dàrà, deusa da cançãoAm7 B7 Em7 Negra voz, orgulho da naçãoB7 Em7 B7 Em7 Ela é Ọ̀dàrà, deusa da cançãoAm7 B7 E Negra voz, orgulho da nação
Samba - A Negra Voz do Amanhã
G.R.E.S. Estação Primeira de Mangueira (RJ)
- A#m7(5-)
- A#º
- A7M
- Abm7
- Am
- Am7
- Am7M
- Cº
- B7
- B7(9-)
- B7/F#
- Bm7
- Bm7(5-)
- C#m74
- D#º
- D7
- D7(9)
- E
- E7
- Em7
- Em7/B
- F#7
- F#m7
- F#m7(5-)
- F#º
- F7
- Fº
- G#74
- G#m7
- G7M
- Gm7
- Gº
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