D Lá onde o campo enfrena o dia abrindo o peitoA7 No velho jeito de tirar zebu da grotaEm Em/D A7/C# Se ata espora pra um torão de fundamentoA7 D Passando um tento, embaixo do taco da bota Lá onde o touro mais veiaco tem costeioF#m Bm Um par de arreio é ferramenta de valorA7 G D A vaca xucra esconde a cria na macegaA7 D E cavalhada não nega, que por lá hay domadorD Lá onde as penas se transformam em melodiasA7 Na campeira sinfonia de coscorra e nazarenasEm Em/D A7/C# Almas antigas rondam galpões nas EstânciasA7 D Pois são grandes as distâncias e as saudades tão pequenas Lá onde ainda ecoa forte um "- venha, venha!"F#m Bm Chamando a tropa, no reponte das aurorasA7 G D A bagualada segue atrás da égua madrinhaA7 D Na velha Estrada da linha, serpenteando tempo a foraA7 D/F# Lá na fronteira os Tachãs por contingêngiaA7 D/F# Contrabandeiam querência ora pra um lado ora pra outroA7 D/F# Se ganha a vida a casco e braço nos varzedosA7 D/F# Se aprende cedo a ensinar a lida pra um potroF#7 Bm Lá na fronteira, na amplidão das invernadasE7 A7 Se termina a campereada quando o sol apaga as brasasG D/F# Então se volta a trotezito assoviandoA7 D/F# Pra matear junto da china num jardim de fronte as casas
Lá Na Fronteira
Marcello Caminha
- A7
- A7/C#
- Bm
- D
- D/F#
- E7
- Em
- Em/D
- F#7
- F#m
- G
Continua depois do anúncio
Tom:
- A7
- A7/C#
- Bm
- D
- D/F#
- E7
- Em
- Em/D
- F#7
- F#m
- G