G G/F C Campeirido madrugueiro,sobro oveiro das confiançaD C G Deus é grande diz a estância, alma e fé trazem de siG/F C Cuida os sóis amanhecidos, clareando a aurora da infânciaD C G Foi semente de distância do chão do cunãtayG G/F C Bebeu ternuras e estrelas,contrabandeadas nas águasD C G Chingrou anseios e mágoas na embarcação dos arreiosG/F C Derramando luas cheias no pelo da sua tordilhaD C G Quando o caminho foi trilha, pra canção triste do freioG C D Amarra os sonhos nas rédeas apertadas junto a mãoBm E Despertou duas vertentes dos olhos da emoçãoAm D Trouxe horizontes pra perto, do rumo de quem se vaiC G Vejo a saudade guardada no coração do meu paiG G/F C Assim falou-me silente, quando saiu da querênciaD C G Uma cerração de ausência nublava seus olhos tristesG/F C Resgatando nas imagens, campos passos e aguadasD C G Quando choraram estradas do dia em que partistesG G/F C Filho da estância torena, do pago cunãtayD C G Rincão que teve o guri, lugar que aprendeu a amarG/F C Quem sabe um dia depois, sem promessas a fazerD C G Ter um sonho a reviver, e só um motivo pra voltar
Cuñatay
Marcelo Oliveira
- Am
- Bm
- C
- D
- E
- G
- G/F
Continua depois do anúncio
Tom: