Porque Choram As Nazarenas

Marcelo Oliveira

  • A
  • A7
  • Am
  • B
  • Bm7
  • C
  • Dm
  • E
  • E7
  • F
  • G
  • Gm
Tom:
[Intro] Am F Am Dm
F B E Am
F Dm F Bm7
E7 Am
E7 Am Dm Conheço a balda do potro, feito as cismas que carrego
G E7 Am F Num par de estrelas de ferro nos papagaios da espora
E7 Am Dm Pois compreendi campo a fora por que choram as nazarenas
C E7 Am F Refletem todas as penas duma condena de outrora
E Am Dm Neste par de estrelas bugras há uma calvário de espinho
G E7 Am Onde as rosetas são ninhos pros lamentos de um domero Que sabe a dor de um parceiro que teve o couro riscado
F E7 Am A7 No repechar compassado dos rituais garroneiros
Dm Am Nazarenas campo afora chora porque é preciso
E7 Gm A Uma ausência de sorriso, um pranto na voz do vento
Dm Am Que a mágoa do teu lamento, pro domero é uma sentença
B F E7 E7 De Cristo vem sua crença, da doma vem seu sustento
E Am Dm Não há quem corte um cavalo que não se sinta cortado
G E7 Am F Que esqueça a cruz do pecado no silêncio da oração
E7 Am Dm De joelho frente ao galpão, altar sagrado do campo
C E7 Am F Ao desatar tento e grampo feito quem pede perdão
E7 Am Dm Não foi a toa o batismo ,chamarem de nazarena
G E7 Am Ao que impõe a condena a um livre por seu caminho Pois são coroas de espinho, rosetas, pontas de grampo
F E7 Am E lembram espinhos santos que Cristo aguentou sozinho
Dm Am Nazarenas campo afora chora porque é preciso
E7 Gm A Uma ausência de sorriso, um pranto na voz do vento
Dm Am Que a mágoa do teu lamento, pro domero é uma sentença
B F E7 E7 De Cristo vem sua crença, da doma vem seu sustento (DECLAMADO)
Dm Am Não foi a toa o batismo ,chamarem de nazarena
Dm Ao que impõe a condena a um livre por seu caminho
Am Pois são coroas de espinho, rosetas, pontas de grampo
F E7 Am E lembram espinhos santos que Cristo aguentou sozinho
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