G Em Uma tropa de peso, no potreiro se alvoroçaAm D7 Na poça d'água esconde a marca dos cascosG Em O tropeiro encilha, pra ganhar as distânciasAm D7 Em seu trono de arreio, já antigo e gastoG Em Léguas de campo até chegar ao destinoAm D7 Contraponteando simples sonhos pequenosCm G Rugas no rosto, tantas chuvas no lomboAm D7 G D7 Vários invernos, parceriando serenosG Em O tempo indelével cobra dele o preçoAm D7 Não perdoa, nem concessões ele fazG Em O pealo da morte, um dia virá certeiroAm D7 Trazendo ao tropeiro, talvez sua pazG Em Por isso é que canto o valor desse homemAm D7 Que consome a vida, levando o gado alheioCm G Enquanto a amada o espera no ranchoAm D7 G D7 Repleto de sonhos que partiram-se ao meioG Em A saudade acaba, nos olhos claros da lindaAm D7 Ao ver um semblante cansado de lonjurasG Em Um quero-quero sentinela, anuncia a chegadaAm D7 E nos braços da amada, o peão refaz sua figuraG Em A volta foi longa, porém bem mais ligeiraAm D7 Na ânsia tropeira de matar saudades da donaCm G E marcada na estrada pelas patas do baioAm D7 G D7 Num final de maio, quando o junho se entona
Quando o Junho Se Entona
Marcelo Oliveira
- Am
- Cm
- D7
- Em
- G
Continua depois do anúncio
Tom: