C Am F G Elogio é uma droga pesada, entorpece mais que açúcar ou feijoadaC Am F Vicia que nem seriado, causa dependência como andar de carroG Deixa a gente besta faz um estragoC Am F Dm Elogio tem que digerir, transformar e agradecerF G C E depois tem que esquecerC Am Pra quê se preocuparF Dm Am G tanto, tanto, tanto com o que pensam da genteC Am Se o que bate aqui dentroD G não vai por isso se modificarC Am Pra quê se importarF Dm Am G tanto, tanto, tanto com o que dizem da genteC Am Quando tudo silenciarF D C Ele ainda vai me acompanharF D C Ele ainda vai me acompanharAm F G C E se for assim, pode elogiarAm F G C Se eu lembrar de mim, eu vou transformarAm F G C E se for assim, pode criticarAm F G C Se eu lembrar de mim, vou aproveitarC Am Pra quê se apoderarF Dm Am G De tudo, tudo, tudo que brota no arC Am Se mal sou dona do meu narizD G Muito menos do que me inspirarC Am Pra que se esforçarF Dm Am G Tanto, tanto, tanto pra raciocinarC Am Se tudo o que é bom vem a tonaF D C Quando conseguimos silenciarF D C Quando conseguimos silenciarAm C Dm Críticas sinceras ajudam, falsos elogios nãoF G Na duvida o silêncio resolve a questãoC Am Elogios sinceros ajudam,F Dm Se a gente recebe com moderaçãoG C Agradece, digere, e abre mãoC Am Porque é que a gente valorizaF Dm Am G Tanto, tanto a auto consideraçãoC Am Prazer de quem está por cimaD G Vendo o outro por comparaçãoC Am Porque é que a gente sofreF Dm Am G Tanto com a auto depreciaçãoC Am Se isso só aconteceF D C Com quem esquece o coraçãoF D C Se a gente esquece o coraçãoAm C Dm Críticas sinceras ajudam, falsos elogios nãoF G Na duvida o silêncio resolve a questãoC Am Elogios sinceros ajudam,F Dm Se a gente recebe com moderaçãoG C Agradece, transfere, manda pro coração
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Maria Luísa Galvão
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