[Intro] E B7E B7 E O João Iberra morreu Isso é moeda correnteB7 E Pois morrer é um costume que sabe ter toda genteB7 E Amanhã virá a bala, e com a bala “el olvido”B7 E Dizia o sábio Merlim: - morrer é haver nascidoB7 E Apesar disso me dói me despedir dessa vidaB7 E Essa coisa tão de sempre, tão doce e tão conhecidaB7 E Essa coisa tão de sempre ,tão doce e tão conhecidaB7 E O João Iberra morreu Isso é moeda correnteB7 E Pois morrer é um costume que sabe ter toda genteB7 E Na alva, olho minhas mãos e nas mãos as minhas veiasB7 E Com estranhezas contemplo como se fossem alheiasB7 E Quanta coisa em seu caminho estes olhos terão vistoB7 E Quem sabe o que eles verão depois que me julgue CristoB7 E Quem sabe o que eles verão depois que me julgue CristoB7 E O João Iberra morreu Isso é moeda correnteB7 E Pois morrer é um costume que sabe ter toda genteB7 E Pois morrer é um costume que sabe ter toda gente
Milonga do João Iberra (João Ibeja)
Mário Barbará
- B7
- E
Tom: