G Compadre, me alcança um trago Pra tosa sair parelhaC Embora as folha conheçamG D Cada ruga de uma ovelhaC G Ferro bom, é ferro afiadoC G Velo grosso, é gastadorC G Dizia em quanto sentavaAm D G O fio do aço, cantorC D Vaqueano nas espinhentaD Em Lidava fazendo graçaC Sacava cinquenta e picoD Assoviando uma do OrtaçaC D De vez em quando um grititoG C G Se ouvia no desmaniarD Só que te corte na cercaD7 G Por mim não vão te curarC Pronde foi o esquilador Que teve a vida em comparsaG Quando a sorte era a favorC Pronde foi o esquiladorD7 G Pronde foi o esquiladorAm Um martelo de cachaçaD7 Cm G Em seguida o corredor( G C G C Em E )( Em A7 Cm D )E G Mas o destino é patrão E a sorte mudou de rumoEm E do rebanho ficouG D Um quanto muito pra o consumoC G Agarrou o rumo do breteC G Peleando por mais um diaC G Quem não tem gente nem changaAm D G Vive só por teimosiaC D Ainda hoje Seu PretoB Em Carrega atada com um tentoC A corneta enferrujadaD Na esperança de outro tempoC D G Se vai lidando por diaC G Desgarreando outra verdadeC D E às vezes pede outro tragoG Enquanto encilha a saudadeC Pronde foi o esquilador Que teve a vida em comparsaG Quando a sorte era a favorC Pronde foi o esquiladorD7 G Pronde foi o esquiladorAm Um martelo de cachaçaD G Em seguida o corredorC Um martelo de cachaçaD G Em seguida o corredorC Um martelo de cachaçaD G Em seguida o corredor Mas o destino é patrão E a sorte mudou de rumo E às vezes pede outro trago Enquanto esquila a saudade
Pronde Foi o Esquilador
Mauro Silva
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