Eu bebo, bebo, bebo Que às vezes nem eu acredito Eu bebo feito um condenado Eu bebo até o rum fazer bico E saio catando cavaco Esqueço o caminho de casa No máximo levo uns capote Porque Deus protege os manguaça Eu bebo cerveja e Campari Cachaça e até rabo de galo Às vezes eu tomo no copo Às vezes tomo no gargalo E a gente canta umas moda E vamo enchendo o caneco Eles jamais entenderão A magia que tem no boteco Bora tomar uma Da quente ou gelada Que a gente merece A gente esquece Da gaia levada Bora pro boteco Que eu não te abandono Só não enche o saco Não vem com esse papo Que o meu rum não tem dono