C Fruta madura que caiG C Na "arvre" deixa o engaçoF Eu também quando morrerBb F Quero deixar o que eu façoG Vou deixar minhas modinhasF C Todas feitas num compasso Pra depois da minha morteG F G F C Os invejoso não dizer que eu fiz fracassoC Vou deixar moda sentidaF G C De amor, de beijos e abraçosF Falando da minha vidaBb F Vou contar esse pedaçoG Já quiseram me matarF C Por inveja, com balaço Eu sou que nem boi ariscoG Não sai do matoF G C Pra não cair no laçoC Eu gosto do mês de agostoG F C Que tem tarde de mormaçoF Eu pego a minha violaBb F E nas moda dou um repassoG O meu pinho é de primeiraF C Não "faio" os dedo nos traço Que eu canto em qualquer alturaG Eu “tando” bomF G C Meu peito não tem cansaçoC Meu ranchinho é pequeninoG F C Nele não tem muito espaçoF As paredes são de taipaBb F Misturada com bagaçoG A minha cama é de couroF C Dos bicho que eu mesmo caço Rancho puro sertanejoG Mas ele é meuF G C Não tem ferro, não tem aço
Promessa de Violeiro
Monica Salmaso
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