Não é possível que de tanta gente Das desalmadas às sobreviventes Dos homens e mulheres sãos Me perco no tempo dos que um dia vão De tantos ares, tantos oceanos De tantas línguas e tantos dentes Das garras que vêm e arranham Me perco no tempo Mas vem a manhã O colibri vai cantar pra mim Mas vem amanhã As nuvens já foram brincar E no vazio desse horizonte E nessas ilhas tão distantes São tantos animais solitários Mas os pássaros cantam Os pássaros cantam E vem a manhã O colibri vai cantar pra mim E vem amanhã As nuvens já foram brincar O mar que reluz o infinito Clareia a areia, deserto Um sopro de algodão O mar que reluz o infinito Clareia a areia, deserto Um sopro de algodão Hey, oh, hey, oh, hey, oh, hey, oh Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho Hey, oh, hey, oh, hey, oh, hey, oh Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho O mar que reluz o infinito Clareia a areia, deserto Um sopro de algodão E vem a manhã O colibri vai cantar pra mim Hey, oh, hey, oh, hey, oh, hey, oh Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho Hey, oh, hey, oh, hey, oh, ho