Beijo Alentejano

Nuno da Câmara Pereira

  • A
  • B
  • B7
  • C#m
    4
  • E
Tom:
[Intro] E B7 E B7
E B7 E B7 E
B7 Dizem que no alentejo
A E Tudo é feito devagar
C#m B7 E assim que termina a sesta
E Só se pensa em descansar
B7 E a gente não entende
A E A razão de tanta pressa
C#m B7 Se depois de cada noite
E Há um dia que começa
B7 Um beijo no alentejo
E É dado devagarinho
A B7 Que a gente sabe que um beijo
E É muito mais que um carinho
B7 Por isso é que quem cá vem
E Tem pena de não ficar
A B7 Ao ver o gosto que tem
E Um beijo dado devagar
B7 Quando uma estrada começa
A E Os homens pensam assim
C#m B7 Vá devagar ou depressa
E Cada dia tem seu fim
B E quando as mulheres mondam
A E Olhando mais para além
C#m B7 Às vezes, perdem os olhos
E Na pressa que o amor tem
B7 Um beijo no alentejo
E É dado devagarinho
A B7 Que a gente sabe que um beijo
E É muito mais que um carinho
B7 Por isso é que quem cá vem
E Tem pena de não ficar
A B7 Ao ver o gosto que tem
E Um beijo dado devagar
B7 Não foge a água da fonte
A E O sol demora a nascer
C#m B7 E até a erva do monte
E Leva o seu tempo a crescer
B7 Quem vier, venha com calma
A E Porque olhando a nossa gente
C#m B7 Só lhe pode ver a alma
E Quem não olha de repente
B7 Um beijo no alentejo
E É dado devagarinho
A B7 Que a gente sabe que um beijo
E É muito mais que um carinho
B7 Por isso é que quem cá vem
E Tem pena de não ficar
A B7 Ao ver o gosto que tem
E Um beijo dado devagar
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