La Molinera

Olivia Ruiz

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Por tempo demais ficamos sós sem saber de nada Demasiado tiempo, nos hemos quedado solos sin saber nada E esquecemos o aroma de jasmim y hemos olvidado el olor a jazmín De teus jardins de tus jardines E pouco a pouco esquecemos teu idioma... y poco a poco, hemos olvidado tu idioma.... Aquele de nossa mãe aquel de nuestra madre

Refrão (2): refrán:(2) Para te cantar a nossa dor, para rezar por ti e te proteger daquilo para cantarte nuestro dolor, para rezarte y protejerte de aquello Que fica dentro de mim que se queda dentro de mí...

Te cantamos flamenco, música em cada uma, sempre tem suas raízes... te cantamos flamenco, música en cada una siempre tiene su raíces.. Nunca o anjo desceu tanto para chegar a ti nunca el ángel bajó tanto para llegar a ti

(2) Nunca a cor do mar da sua coisa, a branca cal de tua casa (2)nunca color del mar de su cosa la blanca cal de tu casa E a cor da terra y el color de la tierra O azul do teu cel sempre foi tão escuro. el azul de tu cielo siempre ha sido tan oscuro.

Te escrevo essa canção... Te escribo esta canción.. Para que saibas de mim para que sepas de mi Refrão (2) refrán:(2)

(2) A moleira... tem uma chave com a qual fecha, com a qual abre... (2)la molinera...tiene una llave con la que cierra con la que abre... E ao bater da meia noite, filhinha minha, vou-me com ele... y al son de la medianoche chiquita mía me voy con él...

Florezinhas do campo.. y olé y olé (2)florecillas del campo..y olé y olé Na sua cabeça y olé y olé (3) a su cabeza y olé y olé(3)

Informações da música

Composição: Narciso Pérez Leyva

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