B Como quem sonha com sedeD B D G Cede à sedução dos anseios mais primordiais Até as brechas mais vagas da imaginaçãoD G Mil artifícios conduzem o leigo à preguiçaD G Em cada imagem a máxima de um preconceitoD Hordas de bárbaros mansos que a plenos pulmõesA D G Difundem duas teses de taxistasD E o coração azul do pai palpitaB Bm E traduz o injusto com aplausosG D G D Ao ver privilégios onde há direitosG C Bm Larvas abortadas no quintal de casaD A G Prosperam com o espólio incauto da safraEm A D Formada por jovens mais velhos que euG C Bm Minha nostalgia serve a iscaA G Instiga o fetiche, projeta uma cifraEm A D No olho de vidro do CEO da empresaG C Bm Larvas abortadas no quintal de casaD A G Prosperam com o espólio incauto da safraEm A D Formada por jovens mais velhos que euG C Bm Minha nostalgia serve a iscaA G Instiga o fetiche, projeta uma cifraEm D No olho de vidro do CEO da empresaD G A fé que é cegaD A seu defeitoG C D O despreparo da políciaG C D A distração de ser artistaG C D E a instrução da classe médiaGm D Média
Teses Taxistas
Onagra Claudique
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