Paz entre nós Guerra aos senhores Vísceras presas às vigas De um quebrado maquinário Por concórdia, é preferível Morte a um viver de escravos Canto amor e canto guerra Um cântico de batalhas Ardor do romper dos ferros Que a liberdade retalha Prefiro o abismo do caos Do que o abismo da ordem Brados de sede e verdade Frente ao que foi usurpado Bruta redenção que invade Tanto os fortes quanto os fracos Nos tronos, agora frágeis Os reis caem em convulsão Nas frontes, buscando embalde A paz que eles não terão Não há mais nada a perder Senão as nossas correntes Prole além de nós e nossa Aos que estão e aos que virão Pelo alento e pela aurora Pela casta expiação