Em Era uma vez um poeta Os olhos bons de profetaB7 Transcendiam nhu-porãs As mãos de cerne e lonjuras Cevavam rimas madurasEm Pro mate dos amanhãs Mateava com o rio à frente E o pensamento presenteB7 Afastava-se com calma Seu olhar era uma pomba Sorvendo o rio pela bombaEm Para os remansos da alma E assim imerso no amargoB° Viola de canto largoE7 Am Se vestiu de poesiaEm Sentado ao fogo pensavaF# Mas de repente voavaB7 E Nos versos que lhe surgiam O costume se conserva Embora se troque a ervaB7 Não se perdem ideais O mate nunca é lavado Pois se descobre o passadoE (Em) Nos avios de quem se vai. (2x)Em Tudo isso, ainda penso,B7 Neste fogo que eu incensoEm Os olhos e o coraçãoAm E uma saudade perdidaEm Vai na lágrima fugidaB7 Em Que cai no meu chimarrão.Em B7 Onde andará o barranqueiro,Em Mateando luz no pesqueiroAm De uma nuvem terna e brancaEm Que o pranto alegre que largaB7 É o sereno que embriagaEm Nossas noites na barranca... O costume se conserva Embora se troque a ervaB7 Não se perdem ideais O mate nunca é lavado Pois se descobre o passadoE Nos avios de quem se vai. (2x)(C7)F O costume se conserva Embora se troque a ervaC7 Não se perdem ideais O mate nunca é lavado Pois se descobre o passadoF Nos avios de quem se vai.
O Mate de Quem Se Vai
Os Angüeras
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Composição: José Lewis Bicca, Pedro Julião Ayub, Rodrigo Bauer
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