[Intro] D A7 D A7 D
[Primeira Parte]
A7
Estou cansado desta vida da cidade
D
Já não suporto mais viver arrinconado
A7
Sou prisioneiro das paredes desta rua
D
Meu coração está sofrendo amargurado
A7
Ai como é triste a saudade da querência
D
Daqueles campos que nasci e me criei
A7
Das liberdade dos meus tempos de guri
D
E que um dia eu perdi e jamais encontrarei
( D A7 D A7 D )
[Segunda Parte]
A7
Até a chinoca vive sempre aborrecida
D
Já nem sorri com aquela mesma emoção
A7
Até os carinhos estão muito diferentes
D
Trabalha muito e muita preocupação
A7
E a gente vive relembrando aqueles pagos
D
O nosso rancho que ficou nos esperando
A7
E aqueles bailes que dançava enamorado
D
E quando o dia clareava ia embora gineteando
( D A7 D A7 D )
[Terceira Parte]
A7
Vivo lutando e trabalhando todo dia
D
Na minha firma que me dá o ganha pão
A7
Não tenho escolha eu preciso do emprego
D
Sou homem honesto cumpridor da obrigação
A7
O meu consolo é quando chega no domingo
D
Vou dançar xote no centro de tradição
A7
Levo a chinoca danço valsa e rancheira
D
Danço marcha e a vanera e vou tapeando a solidão
( D A7 D A7 D )
[Quarta Parte]
A7
Quando me acordo com o barulho da cidade
D
Penso nas vacas e no pingo encilhado
A7
Na minha lavoura, no meu campo, no meu gado
D
Na minha foice, meu machado, meu arado
A7
Mas deus do céu há de ouvir a minha prece
D
Voltar um dia para os campos que nasci
A7
Morrer sonhando abraçado nas lembranças
D
Do meus tempos de criança e das jornadas que vivi
A7
Morrer sonhando abraçado nas lembranças
D
Do meus tempos de criança e das jornadas que vivi
( D A7 D )
[Final] A D