E Se cruzo o pala por sobre o coloF#m7 De pronto embalo, meu zaino antigoB O Figueirilha perfuma o rumoA B7 E E7 Quando eu me aprumo a cruzar caminhoA Nos eucalipto eu afrouxo a cinchaBb° E Pra saber notícia, e benzer o pecadoB7 Uma sardinha, meia bolachaA B7 E E7 E um trago largo de um vinho adoçadoA Qual o mistério? Qual o mistérioG#m Será por farra ou então por vícioC#m7 F#m7 A enfurtar a tarde que ao largo passa despercebidaB7 E E7 Ao contar da lida no balcão largo de algum bolichoA Seu Riograndino, Seu RiograndinoG#m7 O senhor me despacha, eu venho atoradoC#m7 F#m7 Faz trinta dia que na campanha eu lido solitoB7 E E7 E o que eu preciso é dum vinho tinto e prozear um pocadoE Por certo o tinto se fez sagradoF#m7 Quando aumentado, na mão de CristoB7 Pra benzer a tristeza e fingir a alegriaA B7 E E7 Na sacristia de algum domingoA Quem vem judiado, de légua e picoBb° E Vem campear no tinto a ilusão das penasB7 Se enxerga num trago adoçando a vidaA B7 E E7 Recordando a lida De uma prosa buenaA Qual o mistério? Qual o mistérioG#m Será por farra ou então por vícioC#m7 F#m7 A enfurtar a tarde que ao largo passa despercebidaB7 E E7 Ao contar da lida no balcão largo de algum bolichoA Seu Riograndino, Seu RiograndinoG#m7 O senhor me despacha, eu venho atoradoC#m7 F#m7 Faz trinta dia que na campanha eu lido solitoB7 E E7 E o que eu preciso é dum vinho tinto e prozear um pocado
Seu Riograndino
Paulo Dias Garcia
- A
- B
- B7
- Bb°
- C#m74
- E
- E7
- F#m7
- G#m4
- G#m7
Tom: