Fábulas de Carreiro

Pena Branca e Xavantinho

  • A
  • A7
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Tom:
[Intro] E A E A
A E D E A Ai eu botei meus boi na canga e carreguei meu carretão
A E D E A Ai era ainda noite cerrada já eu estava no espigão
A E D E A Ai era eu e o boi maiado empareiado ao boi marrão
A E D E A Ai só nós três na madrugada cortando estrada, escuridão
A7 D Ai uma estrela se desgarrou ai
E A E fulminou meu carretão
A7 D Minha pareia se abalou ai
E A E se matou no ribeirão
A7 D Lá uê, uê, uê, meu boi maiado ai
E7 A Lá uê, uê, uê, meu boi marrão
A7 D Ai quando lembro choro abafado ai
E7 A E quando canto é de paixão
A E D E A Ai a saudade não é brinquedo quando se apossa de um coração
A E D E A Ai eu às vezes me acordo cedo me estremeço na solidão
A E D E A Ai me aparenta minha pareia puxando o carro no chapadão
A E D E A Ai era assim desde menino mas o destino me fez traição
A7 D Ai uma estrela se desgarrou ai
E A E fulminou meu carretão
A7 D Minha pareia se abalou ai
E A E se matou no ribeirão
A7 D Lá uê, uê, uê, meu boi maiado ai
E7 A Lá uê, uê, uê, meu boi marrão
A7 D Ai quando lembro choro abafado ai
E7 A E quando canto é de paixão
A7 D Lá uê, uê, uê, meu boi maiado ai
E7 A Lá uê, uê, uê, meu boi marrão
A7 D Ai quando lembro choro abafado ai
E7 A E A E quando canto é de paixão
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Informações da música

Composição: Moniz

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