Sem Chanse Às Ilusões

Poetas sem Nome

  • A
  • Am
  • C
  • D
  • E
  • F
  • G
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Tom:
Intro: D / E / G / D
D Voragem de sorrisos clandestinos,
A os gostos banais tomando glórias . . .
C Pó beijado, troféus, chicotes
G lambendo as feridas contratadas.
D Portanto eu quero uma canção triste
A sem arrastar junto as migalhas da alegria.
C Sentidos a solta em arcos sacramentais
G das antigas nostalgias que nasceram.
D F Quando o céu sentiu que outros céus azuis
C G outrora já sentiram
F A vagas memórias de lamentos.
D Nenhuma ilusão de tocaia no caminho
A do vazio corporal sentido antes
C das espadas forjadas em pensamento
G sangrarem para o renascer.
Riff: F / C / G
F C Tristeza da hora como um manto
G que te aquece no limite:
F C dobrar a quina das paredes
G sob a chuva gelada dos assombros.
F C Eu quero uma canção longa e triste
G e me afogar em minhas lágrimas;
F C depois renascer na alegria ao lado
G que seja furacão
F Am G furação limpo de migalhas.
Solo 01: F / Am / G
Solo 02: F / C / G
  • A
  • Am
  • C
  • D
  • E
  • F
  • G
Informações da música

Composição: Antonio Vitor e José Vitor Calfa

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