Sinta aquela pele áspera, Senti quella pelle ruvida Um frio imenso dentro da alma, Un gran freddo dentro l'anima Uma lágrima se esforça pra cair. Fa fatica anche una lacrima a scendere giù Muitas esperas detrás do canto, Troppe attese dietro l'angolo Alegrias que não te pertencem, Gioie che non ti appartengono Este tempo desarmonioso joga contra você. Questo tempo inconciliabile, gioca contro di noi
Depois, eis como termina, Ecco come si finisce poi Nós presos em uma janela, Inchiodati a una finestra noi Espectadores melancólicos de felicidade impossível. Spettatori malinconici Di felicità impossibili Tanti viaggi rimandati e già Valigie vuote da un'eternità Quel dolore che non sai cos'è Solo lui non ti abbandonerà mai, oh mai!
Tantas viagens adiadas E' un rifugio quel malessere Malas vazias por uma eternidade. Troppa fretta in quel tuo crescere Aquela dor que não sabe o que é, Non si fanno più miracoli Apenas ele não te abondoraná nunca..oh nunca. Adesso non più Aquela indisposição é uma ajuda Muito rápida naquele seu crescimento, Não se fazem mais milagres, agora não mais.
Não preste atenção naquelas bonecas, Non dar retta a quelle bambole Não toque naquelas pílulas, Non toccare quelle pillole Aquela freira tem um belo caráter, Quella suora ha un bel carattere Sabe se doar para as almas. Ci sa fare con le anime
Te daria meus olhos pra que você veja aquilo que não vê, Ti darei gli occhi miei A energia, a alegria pra conseguir ainda sorrisos. Per vedere ciò che non vedi Diga sim, sempre sim e para conseguir alçar um vôo L'energia, l'allegria Pra onde quiser, pra onde souber Per strapparti ancora sorrisi Sem aqueles pesos no coração. Dirti sì, sempre sì Esconda nas nuvens aquele inverno que te faz mal, E riuscire a farti volare Cure as feridas e depois Dove vuoi, dove sai Algum dente a mais pra comer. Senza più quel peso sul cuore E depois se olhe sorrindo, Nasconderti le nuvole E depois se veja ainda correndo. E quell'inverno che ti fa male Esqueça, há quem esqueça Curarti le ferite e poi Distraidamente uma flor, Qualche dente in più per mangiare Um domingo. E poi vederti ridere E depois silêncios...e depois silêncios. E poi vederti correre ancora Dimentica, c'è chi dimentica Distrattamente un fiore una domenica E poi silenzi E poi silenzi Silenzi
Nos jardins que ninguém conhece Nei giardini che nessuno sa Se respira a inutilidade. Si respira l'inutilità Existe respeito e grande limpeza. C'è rispetto e grande pulizia É quase loucura. È quasi follia Não sabe como é bonito se aproximar, Non sai come è bello stringerti Se encontrar de novo aqui a se proteger. Ritrovarsi qui a difenderti E se vestir, e se penterar, sim E vestirti e pettinarti sì E sussurrar pra si mesmo pra não se render. E sussurrarti non arrenderti Nos jardins que ninguém conhece, Nei giardini che nessuno sa Quanta vida se prolonga aqui, Quanta vita si trascina qua Apenas distúrbios, pequenas anemias. Solo acciacchi, piccole anemie Não somos nada sem fantasia. Siamo niente senza fantasie
Apoie-os!, ajude-os!, Sorreggili, aiutali Te peço não os deixem cair. Ti prego non lasciarli cadere Exilados, frágeis, Esili, fragili Não negue a eles um pouco do seu amor. Non negargli un po' del tuo amore
Estrelas que agora se culpam Stelle che ora tacciono Mas darão um sentido àquele céu. Ma daranno un senso a quel cielo Os homens não brilham se eles também não são estrelas. Gli uomini non brillano Mãos que aogra tremem porque o vento sopra mais forte, Se non sono stelle anche loro Não os deixe agora não. Que a morte não lhes supreenda, Nós somos incapazes porque, mesmo quando temos, não damos.
Esqueça, há quem esqueça Mani che ora tremano Distraidamente uma flor, Perché il vento soffia più forte Um domingo. Non lasciarli adesso no E depois silêncios...e depois silêncios. Che non li sorprenda la morte Siamo noi gli inabili Che pur avendo a volte non diamo Dimentica, c'è chi dimentica Distrattamente un fiore una domenica E poi silenzi E poi silenzi Silenzi