[Intro] C C F F C C F FC C Sopra um vento beliscando algum topete, bem copadoC G7 Desses tantos, que balançam pelos junhos orvalhadosDm G7 Numa trança o resquício de uma crinera é colgadoF G7 Onde as fugas e escoraços de algum lombo fez costadoC C Manhaneira é a sanga escorrendo pelas pedrasC G7 Casco sujo, de uma potra, tinge a água que ainda gelaDm G7 E a quietude que afronta o canto livre dos pelinchosF G7 Também morre na manada aos chamados em relinchos [Refrão]Dm Dm Alvorada de saudade treme um peito alma tristonhaG7 C G7 Que soluça vendo os olhos da manhãzita risonhaDm Dm Acordando mostra ao mundo, o simplório na essênciaG7 C Onde o couro se arrepia nessa manhã de querência( C C F F C C F F )C C De alma gêmea e semblante tão notório, vejo as duasC G7 Margaridas que resistem , trazem no centro a ternuraDm G7 Do amarelo que ofusca junto ao sol que apadrinhaF G7 E uma abelha passageira que é serviçal de rainhaC C Vejo assim, um céu azul feito um bordado de sonhosC G7 Quando a mirada boceja, acordando o dia no campoDm G7 Por andarilho meu coração “silba” as dores congeladasF G7 Pois tenho tudo em minha frente mesmo assim não tenho nada [Refrão]Dm Dm Alvorada de saudade treme um peito alma tristonhaG7 C G7 Ao contraponto inspirado a uma rima que se exponhaDm Dm Num poema manhaneiro que me faz voltar guriG7 C Pelas voltas sou povoeiro mas recordo o que vivi
Alvorada de Saudade
Ricardo Bergha
- C
- Dm
- F
- G7
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