[Intro] D Em A7 DA7 Em A Boleio a perna num verso, Do verso faço uma prece, A inspiração transparece, Num simbronaço de luzG F#m F#m Fm Em E7 A7 Que este negrinho traduz, A devoção da minha raça, Que vive pedindo graças, Como a um segundoA6 JesusA7 Em A E como tantos, pedi, E também fui atendido, Achei os sonhos perdidos, De adelgaçados anseiosG F#m F#m Fm E agora que sento arreios, No lombo desses rosilhos,Em E7 A7 A G D É graças a ti que encilho, Negrinho do PastoreeeeioooooooooBm A7 (Escreves por linhas tortas, De forma certa e parelhaG F#m E segue batendo orelhas, Com tantos santos sangrudosF#m Fm Em A7 Canoooonizados, fachudos, No pedestal das igrejasG A D Mas tu tens campo e carqueja, E o Rio Grande acima de tuuudooooo)Bm F#m G Gm A7D A Te quardeou outro moreno, Entre o tempo e a distânciaEm A7 Também cioulo de estância,Mesma alma em transparênciaG F#m F#m Fm Mesma cor na descendência, E o mesmo gosto por potrosEm A7 A Encarnados um no outro, Pra sinuelar a querênciaD A7 Bm A7 Vos agradeço, parceiro, Por esta graça alcançada, Me deste céu e estradas, E rumos a percorrerG F#m F#m Fm Pingos de lida e lazer, Meus troféus de casco e crinaEm A G D O bem maior da campina, Que um gaúcho pode teeeeeeerBm A7 Escreves por linhas tortas, De forma certa e parelhaG F#m E segue batendo orelhas, Com tantos santos sangrudosF#m Fm Em A7 Canoooonizados, fachudos, No pedestal das igreeeejaaaasG A D Mas tu tens campo e carqueja, E o Rio Grande acima de tudoAm D G A G Gm D Mas tu tens campo e carqueja, E o Rio Grande acima de tuuuuuuuuuudooooo
Canto ao Pastoreio
Robledo Martins
- A
- A64
- A7
- Am
- Bm
- D
- E7
- Em
- F#m
- Fm
- G
- Gm
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Tom:
Composição: Eliezer Tadeu Dias De Souza e Joao Bosco Ayala Rodriguez
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