F C7 Conta-nos a tradição, que em tempos que já lá vãoF O Marquês em franca terraF F7M Bb Bbm Acabou p?ra nunca mais / com as touradas reais F } {bis} C7 / F / C7 / F Em praça de SalvaterraF C7 Toureava nesse dia, / ante nobre fidalguiaF O jovem Conde dos Arcos.F7M Bb Bbm Cujo sangue valoroso, / por capricho desditosoF } {bis} C7 / F / C7 / F Na arena tombava em charco.F C7 Vê Marialva, o marquês / olha o touro que desfezF O seu filho tão amado.F7M Bb Bbm e diz a el-rei com fervor : / ? - Eu vos juro meu senhor, F } {bis} C7 / F / C7 / F O conde será vingado!?F C7 El-rei nega por temor / mas desvairado pela dorF O Marquês saltou p?ra PraçaF7M Bb Bbm e vinga com decisão / pela sua própria mão, F } {bis} C7 / F / C7 / F O sangue da sua raça.F C7 e então el-rei que chorava / ao ministro que aguardavaF Disse : ? - Marquês de Pombal,F7M Bb Bbm Jamais fica ordenado / haverá no meu reinado, F } {bis} C7 / F / C7 / F Outra tourada real!?
Última corrida em Salvaterra
Rodrigo Bueno
- Bb
- Bbm
- C7
- F
- F7M
Continua depois do anúncio
Tom: