Intro: Am Am Dm Am Dm G F E AmAm Meu mouro apura o trote num aguaceiro mateaçoAm F7 E7 Tendo a franja por sombreiro e o olhar em cada cascoDm G7 C Pois muito pouco se vê, depois que o mundo desabaAm Dm G7 F7 G7 F7 E7 Am Mas o maidana de guerra sustenta o peso na abaG C G C Tão logo adentro um galpão, pro corpo cambiar de postoDm Am Tiro os arreios do pingo, encilho o mate a meu gostoF#º C Deixo por conta do tempo lavar o lombo do mouroF#º Bm11 E7 A E7 A E busco entender por que a chuva fez paradouro...A C#7 (Se a chuva desce do céu, e no sol quente regressaC#m C7 Bm7 E7 A Quem se arrisca a dizer onde é que a chuva começa?A C#7 Eu não sei onde ela nasce, mas pelo verde dos camposC#m C7 Bm7 E7 A Até parece água benta benzendo este pago santo) Solo:Intro: ( Am Am Dm Am Dm G F E Am )Am O poncho negro descansa alheio ao mundo lá foraAm F7 E7 Aberto como quem voa chovendo feito quem choraDm G7 C Enquanto a chuva ressoa junto à quincha do galpãoAm Dm G7 F7 G7 F7 E7 Am Contraponteando os acordes que acorda o meu violãoG C G C A chuva que cai no sul convida o pago a matearDm Am Dá esperança a quem planta e mata a sede do olharF#º C Por isso indago se a chuva que terra adentro se arrimaF#º Bm11 E7 A E7 A Será o mate dos campos cevado com as mãos divinasA C#m7 (Se a chuva desce do céu, e no sol quente regressaC#m7 Cm7 Bm7 E7 A Quem se arrisca a dizer onde é que a chuva começa?A C#7 Eu não sei onde ela nasce, mas pelo verde dos camposC#m7 Cm7 Bm7 E7 A Até parece água benta benzendo este pago santo)Intro: ( Am Am Dm Am Dm G F E Am )
Voltando Os Olhos Pra Chuva
Rui Carlos Ávila
- A
- Am
- Bm11
- Bm7
- C
- C#7
- C#m4
- C#m74
- C7
- Cm7
- Dm
- E
- E7
- F
- F#º
- F7
- G
- G7
Tom:
Composição: Fabiano Bacchieri, Rui Carlos Avila, Vinicius Russo e Eduardo Munoz
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