A Amor, amor, amorBm Sou a viola de cocho dolenteE Vim da Pérsia, no OrienteA Para chegar ao PantanalBm Pela Mongólia eu passei (atravessei) euE A Atravessei a Europa MedievalBm Nos meus acordes vou contarE A saga de Tereza de Benguela Uma rainha africanaA E Escravizada em Vila Bela (e o ciclo)A Bm E O Ciclo do ouro iniciava no cativeiroA Sofrimento e agoniaBm E A rebeldia, acendeu a chama da liberdadeA No quilombo o sonho de felicidadeE A Ilê ayê, ara ayê, ilú ayêBm Um grito forte ecoouE A esperança, no QuariterêA E O negro abraçou (no seio)A Bm No seio de Mato Grosso a festança começavaE A Com o parlamento, a rainha negra governavaBm E Índios, caboclos e mestiços, numa civilizaçãoA E A O sangue latino vem na miscigenaçãoBm E A invasão gananciosa, um ideal aniquilavaA Bm E A rainha enlouqueceu, foi sacrificadaA Bm E Quando a maldição a opressão exterminouBm E A No infinito uma estrela cintilouA Vai clarear, vai clarearBm Um sol dourado de QuimeraE A luz de Tereza não apagaráA E a Viradouro brilhará na nova era
Unidos do Viradouro - Samba-enredo 1994
Samba-Enredo
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