Intro : G F (várias vezes)G F Ela não vê que eu sou um exemplar de macho raroG F Um seguidor determinado da monogamiaG F Ela não vê que a minha vida vira uma agoniaG F Quando a procuro pro chamego e ela não tá do ladoG F Ela não lê o lado certo do meu pensamentoG F O lado aonde sobrevoa um anjinho barrocoG F Eu passo, lavo, faço a janta, vigio seu sonoG F E ela me diz na cara dura vendo o meu sufocoEb D Que meu amor é pouco, que meu amor é poucoG F Sou um canceriano calmo como um carrapatoG F A minha garra quando agarra não larga tão cedoG F Tenho medo que ela não sambe com meu samba enredoG F Se eu me arredo ela vem deitar na minha redeG F Ela não crê que sou um ser humano dependenteG F E ela é igual pra mim tarja preta pra loucoG F Eu faço birra, choro, berro, se ela me abandonaG F E ela me diz tranquila enquanto esmurro o rebocoEb D Que meu amor é pouco, que meu amor é poucoG F Pego meu pandeiro e toco coco embaixo de sua janelaEb Jogo uma rosa amarela, faço um fuzuêG F No fundo do seu quintalEb F Pra ver se ela sai da toca, se ela se toca, se ela me vêG F G F Com olhos de carnavalEb D Se ela quiser saber como é que eu vou sem elaG F G F Vou mal Se ela não tá, meu violão se tranca no armário Se ela não vem, meu coração a saudade consome Viro resto de fim de feira, carne que ninguém come Eu viro bicho, eu viro a mesa, eu me viro e durmo Eu torço até pra que o flamengo ganhe o campeonato Só pra ver traços de felicidade no seu rosto Eu fico roxo, eu fico murcho, mas a deixo morta E ela sussurra em meu ouvido com seu timbre rouco Que meu amor é pouco, que meu amor é pouco Pego meu pandeiro e toco coco embaixo de sua janela Jogo uma rosa amarela, faço um canjerê No fundo do seu quintal Pra ver se ela se toca, se ela sai da toca, se ela me vê Com olhos de carnaval Se ela quiser saber como é que eu vou sem ela Vou mal
É Pouco
Seu Pereira e Coletivo 401
- D
- Eb3
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- G
Tom: