A gaita do Belizário

Tchê Barbaridade

  • A
  • A7
  • D
  • E7
  • G
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Tom:
[Intro] A G A G
A D E7 A
G A Quando me lembro dos pagos nos dias de castração
G A O laço corria frouxo e o mate de mão em mão
A7 D E7 A O touro brabo berrava pra se escapar do peão
G A Mas a faca castradeira fazia o serviço no chão
( G A E7 )
( A E7 A )
G A Me lembro da tia Picucha que era surda de um ouvido
G A Andava sempre brigando com um fogão velho entupido
A7 D E7 A Chegava de meio dia "tava" tudo a "resolvido"
G A Servia pra peonada cuião de touro cozido
( G A G A )
( D E7 A )
G A Enquanto os "home" comiam a véia ficava em pé
G A Gritava de vez em quando: "se sirvam quando quiser!"
A7 D E7 A Não usem de cerimônia tem mais cuião pra quem quer
G A Se já comeram a vontade agora é a vez das "muié"
( G A E7 )
( A E7 A )
G A (E as filhas da laudelina gostavam de uma brincadeira
G A Dançavam com todo mundo num surungo a noite inteira
A7 D E7 A E a gaita do Belizário com o fole qual uma peneira
G A Levantava as saias delas no balanço da vaneira
( G A E7 )
( A E7 A )
G A (E as filhas da laudelina gostavam de uma brincadeira
G A Dançavam com todo mundo num surungo a noite inteira
A7 D E7 A E a gaita do Belizário com o fole qual uma peneira
G A Levantava as saias delas no balanço da vaneira)
( G A G A )
( D E7 A )
Informações da música

Composição: Valdir Silveira e Carlos Silveira

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