B7 Para chegar nessa terra... Vim arriscando a sorte... Bebi água envenenada respirei, o ar da morte...E B7 E B7 Na navalha do destino... vim rastejando no corte...E B7 E Eu vim trazendo coragem, esperança e sangue forte...B7 E A minha pobre bagagem eu mesmo fiz o transporte...B7 Para entrar na batalha... Saí da minha trincheira...Com pingos do meu suor fui apagando a poeira...E B7 E B7 Com fibra e resistência, igual cerne de aroeira...E B7 E Eu sempre segui avante, atravessando barreira...B7 E E no mastro da vitória hasteei minha bandeira...B7 Chorei muito no passado... Para sorrir no presente... Estou colhendo o fruto onde plantei a semente...E B7 E B7 A minha mão calejada é minha grande patente...E B7 E E tudo que hoje tenho, agradeço a Deus somente...B7 E Porque na luta da vida eu venci honestamente...B7 Gente que me vê na sobra... Tem inveja do que sou... Mas não sabe que o sol muitas vezes me queimou...E B7 E B7 Nos caminhos que passei, muita gente não passou...E B7 E Nas lutas que eu venci, eu vi gente que tombou...B7 E Precisa ter fé em Deus para chegar onde estou...
Cerne de Aroeira
Tião Carreiro e Paraíso
- B7
- E
Tom:
Composição: Lourival dos Santos, Vicente P. Machado e Jesus Belmiro
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