[Intro] F#m E D EF#m E F#m EBm A C#m D C#F#m E Bm A liberdade, mestre, é filha da ventaniaA C#m D D C# Não obstante ela é a alma da democraciaF#m E Bm A C#m D D C# Ela dançou na árvore do corpo do bailarino mortoF#m E Bm A C#m D E F#m E F#m Ela dançou na árvore do corpo do bailarino mortoF#m E Bm A ideia, senhora, de uma equivalência civilA C#m D E F#m E D Entre reais indivíduos não prosperou em seus inícios restritosE F#m E D E F#m E Quando imperava a sanha sanguinária do predadorD E F#m E F#m E F#m E o touro devastava a maratonaa-aF#m E Bm Não era a regra que hoje prevaleceA C#m D E Da amizade entre os homens, mas a forçaF#m E D E F#m E D E A lei vassala do mais forteE F#m E D E Que a discórdia ditavaE F#m E D E Que a discórdia ditavaE F#m E D E Que a discórdia ditavaF#m E A ideia de harmonia e paz entre sujeitos opostosBm Soava-lhes como um sinal de fraquezaA C#m D Já que tais desideratos, com certezaD D C# Criam impraticáveis e contrários a humana naturezaF#m E Não importa que a história tenha respondidoE Bm Com bravatas truculentas de tiranos vampirosA C#m A realidade, mestre, não se sustentaD D C# Se lhe falece o viço, a ideia que a inventaF#m E Bm A liberdade, mestre, é filha da ventaniaA C#m D D C# Não obstante ela é a alma da democraciaF#m E Bm A C#m D D C# Ela dançou na árvore do corpo do bailarino mortoF#m E Bm A C#m D E F#m E F#m Ela dançou na árvore do corpo do bailarino mortoF#m E Bm O Filho da VentaniaA C#m D D C# O Bailarino mortoF#m E Bm O Filho da VentaniaA C#m D E F#m E D E F#m E F#m O Bailarino morto
O Filho da Ventania
Vicente Piacentini
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