Am Tal qual o vento que dobra o pé da MacegaDm A mesma força do bote da SucuriF Foi que templou-se essa tropilha MalevaE Am Tendo por quebra Vergamota e BatoviAm Nessa Roleta que a Sorte grande se apotraDm E o Reencontro espia o sorteio na formaF Com a Gaita ponto canto a Cantiga da pampaE Am E a Pata santa no seu milagre retornaAm Espora braba tento, crina e redea abertaDm Relio pegando falo das coisas que seiF Conheço a força das bancadas da MarrecaE Am E as dobraduras do golpe do Urubu reiA Seja em colombo, Lapa, castro ou na palmeiraE Em campo largo, Campina Grande ou ReservaBm E Ay uma espora tentando ganhar a sorteA Pechando de encontro a morte nessa tropilha malevaAm Sopa mMria trago um tranco e uma rodadaDm Fui na Caçapa Olho de gato ou FederalF No fuzileiro na sardinha ou no pirata( E Am ) Num Fim de tarde quero a Sonsa ou MarechalAm Quem dera o indo que inventou a ginetiadaDm Voltasse a vida pra mostrar como se fazF No Chapolim Seria rica essa topadaE Am E pediria a bolada no CapatazAm Dom Lugarine poe na forma a tua escolhaDm Reata anseio tosa a cola e prende o berroF Destupeteia o Sedex e o Saca rolhaE Am E pra abri o rodeio saca-lhe o Testa de ferroA Seja em colombo, Lapa, Castro ou na PalmeiraE Em Campo largo, Campina Grande ou ReservaBm E Ay uma espora tentando ganhar a sorteA Pechando de encontro a morte nessa Tropilha maleva[Final] F G A
Um Verso Maleva
Wagner Nunes
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