Um Bagual Corcoveador

Walther Morais

  • A
  • B7
  • E
  • E7
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Tom:
Intro: E B7
B7 A tropa vinha estendida pastando no corredor
E Eu empurrava culatra e também fazia um fiador
B7 Um bagual gordo e delgado arisco e corcoveador
E Que se assustava da estaca e da sombra do maneador ''Enquanto existir cavalo mais brabo que um temporal Eu vou andar gineteando neste Rio Grande bagual''
B7 É brabo a vida de um taura que só trabalha de peão
E Nisso uma lebre dispara debaixo de um macegão
B7 Meu pingo só deu um coice escondendo a cara nas mãos
E E7 Saiu sacudindo o toso e cravou o focinho no chão
A E7 A Tentiei levantar no freio mas era tarde demais
B7 E B7 E E7 Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trás
A E7 A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de lá
B7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em massambará
B7 Se enganchava nas esporas sobre a volta do pescoço
E Cortando couro com pelo e tirando lascas de osso
B7 Naquele inferno danado bombiei pro meu cebolão
E Regulava quatro e pico numa tarde de verão
A E7 A Tentiei levantar no freio mas era tarde demais
B7 E B7 E E7 Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trás
A E7 A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de lá
B7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em massambará
B7 Senti a força do vento me arrancando dos arreios
E E aquele bicho parecia que ia se rasgar no meio
B7 Deixei manso e de confiança montaria de patrão
E Pois honro o nome que carrego e orgulho de ser peão
A E7 A Tentiei levantar no freio mas era tarde demais
B7 E B7 E E7 Eu vi uma poeira fina formando nuvens pra trás
A E7 A Berrando se foi a cerca e cruzou pro lado de lá
B7 E B7 E Parecia uma tormenta cruzando em massambará
  • A
  • B7
  • E
  • E7
Informações da música

Composição: João Sampaio, Quide Grande e Walter Morais

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