Canção Contrária À Vida Sob a Ótica de John

Wendell Soares

  • Am
  • B
  • C
  • Cm
  • D
  • Em
  • G
Tom:
[Intro] C G D Em D
C G D Em D
C G E assim me querem entre o sim e não o mais canalha
D Em Cumprindo com rigor esse fajuto e falso pesar
G C G Por hora esquecem que o que sangra aqui é só mortalha
D Jamais um passe livre que autoriza alguém entrar
C G E a vida se vende em começo, meio e fim
D Em Mas te entrega apenas a desgraça e o impossível
D C G Era mesmo necessário que eu ficasse visível
D C Justamente quando eu nem morava mais em
G D C G As coisas passam por nós e esta passou por cima
D Em Enquanto isso passava eu me senti mais só
D C G Me distava que ostobra prima foi mentir
D Que era a luz no abismo ao meu redor
C G Olhar pra dentro e se sentir desinteressado
D Em É como estar perdido e nu sem reagir
D C G Ver parte dos seus planos um por um rasgados
D Enquanto o caos de bolso teve de extinguir
Am C As emoções não seguem direção
G D Am Se dobram dançam, fogem da razão, volto em espiral
G Cm Pra mostrar que cura exige fé, então vou reclinar
C G Porque cura é recomeço e nem sempre vale
D Em Tentar um outro ciclo e planejar também
C G Se a dor que é sua é sua e dos outros cabe
D G No mesmo espaço onde não habita alguém
C G Aprendi quem são os meus e acho uma pena
B Em Deixá-los juntos aos outros e trancar a porta
C G Mas é que neles vive o meu maior dilema
Am D G De aceitar que ninguém de verdade se importa
C G É estranho explicar que até quem era bom
D Em Num arrogo impensado foi um idiota
G C G Ao pensar que podia ler minha melhor nota
Am D Com o talento frouxo de um Abian sem dom
C G E o que fazer quando tudo ruir
D Em D C Como assim vocês sabem ao certo? Viver é recomeçar sem querer
G Am D G E só que não quero quem não sinto perto
C G Porque até quem foi necessário
D Em Precisou figurar entre os que eu não escuto
D C G Achou de bom tom me exigir viver o luto
D Cobrar que foi negado como fosse um relicário
C G Ao perder de vez essa versão de mim
B Em Eu também perdi o amor que sempre foi meu guia
C G Por isso não me peça nessa galhardia
Am D G Seguir com este pedaço que restou em mim
C Não esperem que eu vá compartilhar
G D Em Eu mal abri a porta e enxerguei só o vazio
C G Mesmo sem a fluente eu consegui ser rio
Am Mas isso é tudo eu sequei
D Nunca vou ser mais
C G Porque mar é recomeço e por isso transborda
D Em É margem, é tempestade num dia sombrio
D C G Mas se quem me navega me tirou o bril
D G O que fazer com tanto nó na mesma corda?
C G Aprendi quem são os meus e acho um desperdício
B Em Deixá-los juntos a quem me soa sempre igual
C G Am Mas é que eles me querem como reinício sem nunca perceber
D C G Que não sai do final
[Final] D Em C G
D C G D
Em D C G
D C G
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Composição:

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