[Intro] C G D Em DC G D Em DC G E assim me querem entre o sim e não o mais canalhaD Em Cumprindo com rigor esse fajuto e falso pesarG C G Por hora esquecem que o que sangra aqui é só mortalhaD Jamais um passe livre que autoriza alguém entrarC G E a vida se vende em começo, meio e fimD Em Mas te entrega apenas a desgraça e o impossívelD C G Era mesmo necessário que eu ficasse visívelD C Justamente quando eu nem morava mais emG D C G As coisas passam por nós e esta passou por cimaD Em Enquanto isso passava eu me senti mais sóD C G Me distava que ostobra prima foi mentirD Que era a luz no abismo ao meu redorC G Olhar pra dentro e se sentir desinteressadoD Em É como estar perdido e nu sem reagirD C G Ver parte dos seus planos um por um rasgadosD Enquanto o caos de bolso teve de extinguirAm C As emoções não seguem direçãoG D Am Se dobram dançam, fogem da razão, volto em espiralG Cm Pra mostrar que cura exige fé, então vou reclinarC G Porque cura é recomeço e nem sempre valeD Em Tentar um outro ciclo e planejar tambémC G Se a dor que é sua é sua e dos outros cabeD G No mesmo espaço onde não habita alguémC G Aprendi quem são os meus e acho uma penaB Em Deixá-los juntos aos outros e trancar a portaC G Mas é que neles vive o meu maior dilemaAm D G De aceitar que ninguém de verdade se importaC G É estranho explicar que até quem era bomD Em Num arrogo impensado foi um idiotaG C G Ao pensar que podia ler minha melhor notaAm D Com o talento frouxo de um Abian sem domC G E o que fazer quando tudo ruirD Em D C Como assim vocês sabem ao certo? Viver é recomeçar sem quererG Am D G E só que não quero quem não sinto pertoC G Porque até quem foi necessárioD Em Precisou figurar entre os que eu não escutoD C G Achou de bom tom me exigir viver o lutoD Cobrar que foi negado como fosse um relicárioC G Ao perder de vez essa versão de mimB Em Eu também perdi o amor que sempre foi meu guiaC G Por isso não me peça nessa galhardiaAm D G Seguir com este pedaço que restou em mimC Não esperem que eu vá compartilharG D Em Eu mal abri a porta e enxerguei só o vazioC G Mesmo sem a fluente eu consegui ser rioAm Mas isso é tudo eu sequeiD Nunca vou ser maisC G Porque mar é recomeço e por isso transbordaD Em É margem, é tempestade num dia sombrioD C G Mas se quem me navega me tirou o brilD G O que fazer com tanto nó na mesma corda?C G Aprendi quem são os meus e acho um desperdícioB Em Deixá-los juntos a quem me soa sempre igualC G Am Mas é que eles me querem como reinício sem nunca perceberD C G Que não sai do final[Final] D Em C GD C G DEm D C GD C G
Canção Contrária À Vida Sob a Ótica de John
Wendell Soares
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