Justiça de Um Filho

Zé Fortuna & Pitangueira

  • A
  • D
  • E7
Tom:
A E7 A Abandonando sua esposa e filhinho um certo homem saiu pelo mundo além
E7 D E7 A Deixou em pranto a sua pobre família desamparada sem ajuda de ninguém
E7 A A pobre esposa sofria desesperada com o filhinho que tinha pra sustentar
E7 D E7 A Qual uma ave solitária no deserto que não encontra nenhum ramo pra pousar!
A E7 A E com o fruto do suor do seu trabalho a pobre esposa pôs o filho a estudar
E7 D E7 A Ele formou-se em juiz de direito agora então sua missão era julgar.
E7 A Enquanto isso o seu pai por esse mundo perambulava pra cumprir o seu destino
E7 D E7 A Um certo dia pra roubar ele matou tornando assim o mais cruel dos assassinos!
A E7 A Por este crime o velho foi aprisionado e foi marcado o dia do julgamento
E7 D E7 A No tribunal o velho de cabeça baixa ficou chorando esperando o momento.
E7 A E o seu filho que agora era juiz tinha um dilema dentro do seu coração
E7 D E7 A Foi obrigado pela lei fazer justiça mandando assim seu próprio pai para prisão.
A E7 A Dada a sentença todo o povo foi saindo mas o juiz permaneceu neste salão
E7 D E7 A E olhando para o rosto do seu pai ajoelhado a seus pés pediu perdão.
E7 A O pobre velho soluçando respondeu: - Filho querido eu lhe dou minha benção
E7 D E7 A Fizeste bem em condenar-me pelo crime sejas honesto, não pratique traição!
Informações da música

Composição: Leo Canhoto

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