Porque hay un cielo que está mejor
Con pooles de venecita antigua
Joden y te engañan con crueldad
Porque Positano es muy chico
Y jamás va a alcanzar para vos
No va a ser nunca tu paraíso
Mirá las almas a tu alrededor
Mirá el amor que está a tu costado
Muchos infiernos diversos, vi
Y, sin embargo, yo aquí paseo
Voy apilando puteadas y
Sigo ofreciendo mis gentilezas
Te obligan siempre a volar así
En Bingo Fuel y ametrallado
A sopapos que la costumbre da
Por el mandato ruin de los muertos
Un pobre diablo, yo sé que soy
Que va a la vida con arrogancia
En fin, y gracias a Dios, por Dios
No sigue nadie con mis consejos
Y los notables dicen que envidian
A la gente común, como vos
Y se la pasan tratando de
Cagar la horma del queso viejo
¡Poder, placer, poder!
Rumores oscuros que confunden la cabeza
Y perturban a los corazones secos
Y va a llegar ese día en que
Se desvanezcan tus alegrías
Y esa llamita que apenas sos
Se extinga, y, de ella, no quede nada
Ni la pregunta de cómo hiciste
Para aguantar y gastar tu vida
Entre todos tus venenos y
Los temores que te rendían
Y hasta el gusano que envidian todos
Y que sabe muy bien
Que no está hecho para el amor
Ríe del placer de ser tan cruel e inaccesible
Porque existe um céu que é melhor
Com piscinas de pastilhas venezianas antigas
Te ferram e te enganam com crueldade
Porque Positano é pequena demais
E nunca vai bastar para você
Nunca vai ser o seu paraíso
Olhe as almas ao seu redor
Olhe o amor que está ao seu lado
Muitos infernos diferentes, eu vi
E, mesmo assim, eu passeio por aqui
Vou empilhando xingamentos e
Continuo oferecendo minhas gentilezas
Obrigam você sempre a voar assim
Com combustível no limite e metralhado
À força dos golpes que o hábito dá
Pelo mandato vil dos mortos
Eu sei que sou um coitado
Que encara a vida com arrogância
Enfim, e graças a Deus, por Deus
Ninguém segue meus conselhos
E os notáveis dizem que invejam
As pessoas comuns, como você
E passam o tempo tentando
Estragar a forma do queijo velho
Poder, prazer, poder!
Rumores sombrios que confundem a cabeça
E perturbam os corações secos
E vai chegar o dia em que
Suas alegrias vão desaparecer
E essa chaminha que mal é você
Vai se apagar e, dela, não restará nada
Nem a pergunta de como você fez
Para suportar e gastar sua vida
Entre todos os seus venenos e
Os medos que faziam você se render
Até o verme que todos invejam
E que sabe muito bem
Que não foi feito para o amor
Ri do prazer de ser tão cruel e inacessível
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